Método aplicado na Fundação Champallimaud, de Lisboa, permite reduzir o tratamento a uma única sessão, fazendo um TAC e logo a seguir a radioterapia, teleguiada com precisão pela nova aparelhagem. Menores prejuízos e incómodos, pelos ganhos em rapidez, com elevado benefício para o paciente com cancro,
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/tratamento-inovador-da-fundacao-champalimaud-nao-e-o-mesmo-do-barreiro-1520301
Apenas em Portugal e em mais quatro países está disponível este tratamento inovador.
sexta-feira, 31 de maio de 2013
cogumelos com forte poder antibiótico
Biólogos
da Universidade Católica do Porto em cooperação com o Instituto Politécnico de
Bragança acabam de descobrir a componente dum certo tipo de cogumelos –
particularmente abundantes em Trás-os-Montes – com grande potencial
antibiótico. capaz de neutralizar estirpes de vírus hospitalares resistentes a
todos os antibióticos atualmente existentes. Tais vírus matam milhares de
pessoas anualmente mesmo em países desenvolvidos. Muitas pessoas entram no
hospital com doenças ligeiras e acabam infectadas por esses perigosos vírus com
efeitos fatais. Eles existem em todos os hospitais e são quase impossíveis de
eliminar.
http://www.publico.pt/ciencias/jornal/identificados-compostos-activos-nos-cogumelos-contra-temivel-bacteria-26496868
http://www.publico.pt/ciencias/jornal/identificados-compostos-activos-nos-cogumelos-contra-temivel-bacteria-26496868
domingo, 26 de maio de 2013
festa popular (Portugal-Oeste): da gente para a gente
A outra face do país real, a que não passa nos media, a do país que trabalha e produz, a do sentido gregário que se sobrepõe à crise.
Nesta época, Verão adentro, milhares de festas populares (chamadas apenas de "convívios", para as quais se é convidado em cartazes toscos colocados na estrada) em quase todas as comunidades locais. No Oeste (e não só...) a tradição é assar o porco num local público. Depois, cada família traz um doce (pudim, leite-creme, gelatina...), rissóis, croquetes, pratos típicos, distribuídos sobre uma grande mesa. Vinho, pão saloio, febra do porco assado e música popular são à discrição. Servidos com amizade e sorrisos. Mesmo para quem vem de fora: "sirva-se, amigo, não paga nada, só se quiser ajudar a coletividade (Associação Cultural, Desportiva e Reacreativa da Coutada, no caso) - só se quiser".
Um toque quente de humanidade, sem pretensões, quotidiana, prosaica, por entre a tempestade gélida duma crise que alguém inventou.
É por isso que Portugal é diferente. Para melhor.
Nesta época, Verão adentro, milhares de festas populares (chamadas apenas de "convívios", para as quais se é convidado em cartazes toscos colocados na estrada) em quase todas as comunidades locais. No Oeste (e não só...) a tradição é assar o porco num local público. Depois, cada família traz um doce (pudim, leite-creme, gelatina...), rissóis, croquetes, pratos típicos, distribuídos sobre uma grande mesa. Vinho, pão saloio, febra do porco assado e música popular são à discrição. Servidos com amizade e sorrisos. Mesmo para quem vem de fora: "sirva-se, amigo, não paga nada, só se quiser ajudar a coletividade (Associação Cultural, Desportiva e Reacreativa da Coutada, no caso) - só se quiser".
Um toque quente de humanidade, sem pretensões, quotidiana, prosaica, por entre a tempestade gélida duma crise que alguém inventou.
É por isso que Portugal é diferente. Para melhor.
Hoje, na Coutada (entre Torres e Ericeira), 25 de Maio de 2013. Amanhã é no Barril, a 5 km - almoço coletivo - prato típico: porco à Barril - precedido da benção dos animais domésticos
quinta-feira, 9 de maio de 2013
O bom e o mau pão - um texto interessante
Eis um interessante texto no Português do século XIX / início do XX. Para além do pitoresco da forma linguística - que talvez os detratores do acordo ortográfico gostassem de ainda hoje usar, já que são tão apegados ao tradicionalismo - o que ressalta é a diferenciação entre os vários tipos de pão. Exalta-se o "pão completo", como se chamava então.
O melhor do texto é a explicação detalhada das componentes dos vários tipos de pão. Com uma ou outra consideração errónea - como a referência ao leite como alimento completo, que evidencia que a mania de que o leite faz bem já vem de trás (confira o erro aqui) - mas em relação à natureza dos vários tipos de pão é no essencial corretissimo.
O melhor do texto é a explicação detalhada das componentes dos vários tipos de pão. Com uma ou outra consideração errónea - como a referência ao leite como alimento completo, que evidencia que a mania de que o leite faz bem já vem de trás (confira o erro aqui) - mas em relação à natureza dos vários tipos de pão é no essencial corretissimo.
Do pão completo - hoje, pão integral - diz o texto que o deveríam usar todos os que façam bastante trabalho físico e possuam um aparelho digestivo resistente, enquanto o pão rústico ou saloio ("trigueiro") é favorável a quem se dedique a esforços intelectuais e a quem seja propenso a diarreias. Infelizmente, o pão integral aparece muito adulterado pelos supermercados, que vendem uma mera falsificação com esse nome. Apenas nas lojas dietéticas se consegue obter o verdadeiro pão integral, muito mais compacto e pesado que o famigerado mas viciante pãozinho branco.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Tomada elétrica a energia solar

Uma tomada elétrica, inventada por Kyohu Song e Boa Oh, extremamente simples e com autonomia para 10 horas de energia elétrica.
Foi concebida para ser usada por qualquer pessoa, sem requisitos especiais, bastando aplicá-la no vidro duma janela que receba sol. Possui um painel de células solares na face posterior que alimentam uma bateria.
Fonte: https://www.facebook.com/terre.envie
Nota: Também existem à venda em algumas superfícies comerciais, lâmpadas autónomas carregadas a partir da energia solar - a preço perfeitamente acessível - que se podem usar, por exemplo, com fins decorativos num jardim. Infelizmente, a luz que produzem é pouco intensa, e a sua durabilidade não é longa, estragam-se ao fim de poucos meses. Made in China, óbvio.
Desinfetante e odorífero caseiro

Colocar cascas de laranja ou limão num recipiente com vinagre branco, fechar e deixar macerar durante duas semanas.
Após isso, filtrar ou decantar o líquido e colocá-lo num pulverizador, pulverizando o ambiente da casa sempre que precise de eliminar maus cheiros.
Fonte: https://www.facebook.com/terre.envie
terça-feira, 9 de abril de 2013
cinema: Linhas de Torres (Wellington Lines) e Vermelho Brasil
Duas novas co-produções com significativa participação portuguesa, inclusive cofinanciadas pela RTP, sendo porém de notar que a parte francesa da produção (e também da realização, no caso de Vermelho Brasil) é marcante.
Passo a uma pequena análise, no segundo filme resumida a uma breve nota, dado que só pude assistir ao episódio final exibido na RTP, após o meu regresso a Portugal
Título em Portugal: Linhas de Torres (Wellington Lines, internacionalmente)
Género: Drama histórico
Produção: Paulo Branco, Portugal / França
Realização: Valeria Sarmiento
Argumento: Carlos Saboga
Ano: 2012
Classificação: Interessante ***
Passo a uma pequena análise, no segundo filme resumida a uma breve nota, dado que só pude assistir ao episódio final exibido na RTP, após o meu regresso a Portugal
Título em Portugal: Linhas de Torres (Wellington Lines, internacionalmente)
Género: Drama histórico
Produção: Paulo Branco, Portugal / França
Realização: Valeria Sarmiento
Argumento: Carlos Saboga
Ano: 2012
Classificação: Interessante ***
Portugal parece ter descoberto no filme histórico em coprodução - no caso com a França - um novo filão. Com vantagens e inconvenientes.
A vantagem é óbvia: a possibilidade de concretizar grandes produções, doutro modo inalcançáveis por orçamentos portugueses.
A desvantagem é que acabam por sujeitar-se a leituras históricas deformadoras.
O filme pretende retratar as invasões napoleónicas, focando-se na terceira, comandada por Massena em 1810.
De interessante nesta película, a vivacidade com que descreve o êxodo das populações e o desastre humanitário inerente. Seguramente muito aquém da realidade da fome, sangramento, doença e dor por que passsaram, é pelo menos uma tentativa de superar a vulgar visão militar duma invasão. Também interessante a tentativa dum olhar múltiplo, português, francês e inglês, usando personagens diversas, mesmo com uma espanhola metida inopinadamente na narrativa. Também interessante a focagem em personagens marginais mas enriquecedores da leitura, como esse português filho de francês que servira Napoleão mas acaba desertando para o lado português, desiludido com o jacobinismo. Ou do grupo de bandoleiros anti-franceses comandados por um exaltado religioso. Também de registar a marca negativa dada aos ingleses, um pouco tangencial embora, numa cena de violação sexual.
Mas no filme revelam-se fragilidades óbvias, como a concessão hollyoodesca a extensas cenas erótico-burlescas, pouco credíveis num contexto de caos bélico, com mortos, feridos e gente apavorada em fuga. Depois, uma visão claramente retórica heróíco-patriótica aqui e ali. A leitura política dos acontecimentos fica muito diluída, caindo-se na mera descrição militar e personalista do evento histórico. Finalmente, mesmo essa visão militar não retrata a complexa máquina que Wellington ergueu num curto período, logrando reconstruir o exército português na férrea disciplina britânica, usando castigos durissimos, e servindo-se também dum pioneiro sistema de comunicações por luzes e espelhos sobre torreões em linha - entre muitos outros detalhes das linhas de Torres Vedras que não figuram no filme. E quanto à visão personalista, sendo ela enriquecedora como referi acima, não substitui a necessária leitura global.
Também estranho - são as tais concessões inerentes a uma coprodução - que o filme tenha um título em Portugal e outro no exterior, este último com o foco apenas na figura de Wellington.
Quanto a Vermelho Brasil, o episódio a que asssisti realçava os méritos(?) franceses na tentativa de construir um império austral em 1564, apesar de completamente frustada por Portugal, mesmo com os escassos meios de que dispunha em comparação com o poderio francês. Se o restante do filme for como estas cenas finais, a visão francófila ofusca completamente a eficaz defesa portuguesa da então ainda incipiente colónia, só explicável pela boa ligação dos escassos povoadores portugueses às tribos indígenas.
Leituras como esta prestam um mau serviço à História, já bastante inquinada por interesses que foram levando a que, da parte brasileira como da portuguesa, por razões opostas, os relatos oficiosos acabem roçando frequentemente a incompetência e a mistificação mais delirante. Por exemplo, a maioria das Histórias brasileiras designam quase sempre os participantes locais em eventos (batalhas, motins) como "luso-brasileiros", mesmo quando o Brasil ainda nem existia enquanto colónia com esse nome pois era um conjunto de territórios separados. Do lado português, é também frequente uma visão pouco rigorosa dos acontecimentos, alternando entre o patrioteiro e a auto-punição. Um exemplo: a transferência da corte portuguesa para o Brasil - complexa operação que envolveu cerca de 15.000 pessoas, seus haveres, documentação, arquivos do Estado, etc., numa altura em que os barcos eram incipientes e movidos a vento, por isso mesmo tinha que ser (e foi) longamente planeada - é quase sempre classificada nas Histórias brasileiras de "fuga em pânico" e como um evento vergonhoso. Este relato falsificador não é devidamente contrariado pelos historiadores portugueses. Numa série histórica que decorre na RTP, aborda-se ambiguamente o assunto, dando um relevo descabido ao episódio da raínha aos gritos com os que a serviam. Triste, este tipo de abordagem pouco séria de um lado e doutro.
De notar, ainda a propósito de Vermelho Brasil, que o jornal Globo classifica o filme como brasileiro (?), ignorando o papel de Portugal e do produtor Leonel Vieira (realizador d' A Selva, ver aqui), nesta coprodução francesa. A contrastar com o destaque que os media portugueses constantemente dão à produção cultural do "país-irmão" como por cá se designa (unilateralmente) o Brasil.
DIGIPUNCTURA - tratamentos para dores, etc.
PARA TODO O TIPO DE DORES, PARTICULARMENTE AS DOS JOELHOS

ENTORSES

O PONTO 7, NA BASE DO POLEGAR, PARA GARGANTA, TOSSE, RESFRIAMENTOS, CONGESTIONAMENTO NASAL, DORES MUSCULARES E CERVICAIS, DORES DE CABEÇA, BRONQUITES, ASMA, ACNE, DORES NO PUNHO, ETC.

BASE DO POLEGAR: MASSAJAR PARA OBTER ALIVIO EM CASO DE DORES DE CABEÇA, DENTES, GARGANTA, REGIÃO DOS OLHOS, ETC.

PARA DEIXAR DE FUMAR
Pressionar neste ponto do pé:

ou da mão:


ENTORSES

O PONTO 7, NA BASE DO POLEGAR, PARA GARGANTA, TOSSE, RESFRIAMENTOS, CONGESTIONAMENTO NASAL, DORES MUSCULARES E CERVICAIS, DORES DE CABEÇA, BRONQUITES, ASMA, ACNE, DORES NO PUNHO, ETC.

BASE DO POLEGAR: MASSAJAR PARA OBTER ALIVIO EM CASO DE DORES DE CABEÇA, DENTES, GARGANTA, REGIÃO DOS OLHOS, ETC.

PARA DEIXAR DE FUMAR
Pressionar neste ponto do pé:

ou da mão:

segunda-feira, 1 de abril de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Massificação humana e animal - para onde vamos?
Use o link abaixo para um espetacular vídeo sobre a produção de animais para alimentação.
E veja se concorda com esta ideia: será que somos assim tão diferentes deles, no final de contas, pelo menos a avaliar pelo tipo de vida e de alimentação que a maioria das pessoas pratica ?
segunda-feira, 11 de março de 2013
cinema português: A SELVA
Título: A Selva
Género: Drama
Realizador: Leonel Vieira
Ano: 2002
Classificação: Bom ****
Argumento: I. Almada e J. Nunes, sobre obra autobiográfica de Ferreira de Castro
Ver ficha técnica detalhada, incluindo o trailer oficial português.
Realizador e produtor portugueses (Costa do Castelo Filmes-Lisboa), apoiados por entidades brasileiras e espanholas. Filmado in loco em Belém do Pará e na Amazónia, com protagonismo de Diogo Morgado, Maitê Proença e outros. O filme segue esse grande livro que é A Selva, de Ferreira de Castro, escritor português que viveu, enquanto emigrante na juventude, uma dura experiência na floresta amazónica de inícios do séc. XX. Onde a brutalidade das condições físicas, da insegurança, dos desejos e interesses mais primitivos se sobrepunham a quaisquer pruridos civilizacionais.
O filme é absolutamente rigoroso na fotografia e na direção de atores. Não inventa, nem se deixa diluir no paisagismo - fácil tentação na maravilhosa Amazónia - o que desfocaria o eixo da história do drama da transcendência humana levada aos limites. Se a película peca, é por ficar aquém do livro na força das emoções. Estou a lembrar-me da cena em que o assalariado, ante a quase ausência de mulheres na região, se satisfaz sexualmente numa égua. A repugnância da cena, poderosamente retratada no livro, surge apenas en passant no filme. Já, em contrapartida, as cenas de prepotência feudal que recai sobre os trabalhadores são pungentes e muito bem retratadas na obra cinematográfica..
Como ponto mais fraco, a quase ausência da problemática ambiental e índigenista o que, se se perdoa ao escritor devido à fase em que produziu a obra, já não se desculpa (tanto) a Leonel Vieira, mesmo se em 2002 não estava tão claramente na agenda como hoje o assalto dito "civilizacional" à maior floresta húmida do mundo.
Ver mais crítica de filmes
Género: Drama
Realizador: Leonel Vieira
Ano: 2002
Classificação: Bom ****
Argumento: I. Almada e J. Nunes, sobre obra autobiográfica de Ferreira de Castro
Ver ficha técnica detalhada, incluindo o trailer oficial português.
O filme é absolutamente rigoroso na fotografia e na direção de atores. Não inventa, nem se deixa diluir no paisagismo - fácil tentação na maravilhosa Amazónia - o que desfocaria o eixo da história do drama da transcendência humana levada aos limites. Se a película peca, é por ficar aquém do livro na força das emoções. Estou a lembrar-me da cena em que o assalariado, ante a quase ausência de mulheres na região, se satisfaz sexualmente numa égua. A repugnância da cena, poderosamente retratada no livro, surge apenas en passant no filme. Já, em contrapartida, as cenas de prepotência feudal que recai sobre os trabalhadores são pungentes e muito bem retratadas na obra cinematográfica..
Como ponto mais fraco, a quase ausência da problemática ambiental e índigenista o que, se se perdoa ao escritor devido à fase em que produziu a obra, já não se desculpa (tanto) a Leonel Vieira, mesmo se em 2002 não estava tão claramente na agenda como hoje o assalto dito "civilizacional" à maior floresta húmida do mundo.
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sábado, 2 de março de 2013
PORTUGAL- A LUTA AMBIENTAL TAMBÉM FAZ PARTE DA LUTA PELA DEMOCRACIA
Neste dia 2 de Março, de grandes manifestações contra o desGoverno e a troika, vale lembrar os artistas que sempre lutaram pelos direitos básicos, incluindo os ambientais.
FAUSTO, com "Rosalinda"
Uma canção de 1976, quando tentaram construir uma central nuclear em Portugal. Luta que comemora, a 15 de Março, justamente 35 anos.
Para os patetas que acham Portugal um país atrasado, anoto que o país domina a tecnologia e tem uma pequena central nuclear exclusivamente para fins científicos, a cargo do Instituto Tecnológico e Nuclear, desde 1961, em Sacavém, AQUI. O não ao nuclear foi uma opção nacional, pela qual muitos se bateram e batem, destacando-se a persistência do prof. J. Delgado Domingos, do IST, principal escola de engenharia do país.
Rosalinda foi um símbolo da resistência vitoriosa à construção da central na praia de Ferrel, junto à cidade de Peniche.
O grande FAUSTO ao vivo no CCB, final dos anos 90. Eu estive lá! :)
Ver e ouvir mais música portuguesa
FAUSTO, com "Rosalinda"
Uma canção de 1976, quando tentaram construir uma central nuclear em Portugal. Luta que comemora, a 15 de Março, justamente 35 anos.
Para os patetas que acham Portugal um país atrasado, anoto que o país domina a tecnologia e tem uma pequena central nuclear exclusivamente para fins científicos, a cargo do Instituto Tecnológico e Nuclear, desde 1961, em Sacavém, AQUI. O não ao nuclear foi uma opção nacional, pela qual muitos se bateram e batem, destacando-se a persistência do prof. J. Delgado Domingos, do IST, principal escola de engenharia do país.
Rosalinda foi um símbolo da resistência vitoriosa à construção da central na praia de Ferrel, junto à cidade de Peniche.
O grande FAUSTO ao vivo no CCB, final dos anos 90. Eu estive lá! :)
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
SKANK - A MODERNIDADE DO ROCK BRASILEIRO DOS ANOS 90
Skank - banda de rock alternativo e ska, formada em 1991 por Samuel Rosa e Henrique Portugal - biografia AQUI
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
A RTP Internacional - um caso clínico
Anteriormente considerei que a programação da RTPi tinha batido no fundo. Mas afinal ainda havia pior. Ontem passou um tal "Odisseia", supostamente um programa de humor. Os autores ter-se-ão enganado: aquilo, putativamente, é mais de terror que de humor.
Dicção intragável da maioria dos atores, tom sombrio e psicadélico, sugestões homossexuais (...)
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Livro com curas naturais
Tendo na devida conta a nota "Valor da Medicina" que publico noutro local, passo aqui o link para um livro que contém dados interessantes.
Como todos os conceitos, a encarar de forma crítica e coadjuvada por outros conhecimentos.
Livro: Saúde e Bem-estar através de elementos naturais.
Mais temas de saúde e naturalismo no separador 8 - Saúde e prevenção.
Como todos os conceitos, a encarar de forma crítica e coadjuvada por outros conhecimentos.
Livro: Saúde e Bem-estar através de elementos naturais.
Mais temas de saúde e naturalismo no separador 8 - Saúde e prevenção.
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